quinta-feira, 25 de junho de 2015

Como fazer um bom cartão de visitas para sua empresa

Trocar cartões por aí já virou uma ação quase banal. As pessoas se conhecem e já vão logo sacando seus cartões de visita para a troca. O ato, no entanto, diz muito sobre o seu perfil empreendedor e sobre o seu negócio. “O cartão é fundamental para que a pessoa se lembre de você”, ensina Irene Azevedo, consultora e diretora de negócios da LHH/DBM.
Segundo a especialista em networking, o empreendedor tem que deixar uma marca, com um cartão atraente, que reflita a missão da empresa e ajude a identificá-la rapidamente. Para Gustavo Mota, designer e diretor da We do Logos, o cartão precisa transparecer a mesma identidade visual que a empresa tem. “O cartão tem que seguir o que foi criado para a empresa”, diz Mota.
Em grandes eventos, feiras ou meetups, é comum chegar ao fim do dia já sem cartões. Nesta hora, não desista de fazer networking ou conversar com as pessoas. “Você tem que conversar, pedir o cartão da pessoa, e dizer que o seu acabou, mas que você vai mandar os seus dados por e-mail assim que possível”, ensina Irene.

Outro cuidado nestes momentos é não confundir os cartões e acabar entregando a identificação de outra pessoa ao seu interlocutor. “Tem que tomar cuidado de não jogar baralho com os cartões que receber. Preste atenção se não está dando o cartão de alguém pensando que é o seu ou a troca de cartão perde a validade”, diz. Veja a seguir três dicas para os empreendedores deixarem sua marca com o cartão de visitas.
1. Seja simples
Na hora de fazer ou encomendar seus cartões, tenha em mente de que este não é um espaço de publicidade. “As pessoas confundem cartão de visita com panfleto. A função do cartão de visita é passar a sua identificação. Ele é pessoal. Não coloque um monte de coisa”, ensina Mota. Segundo Irene Azevedo, da LHH/DBM, o cartão deve conter, no máximo, logotipo, nome, telefone, endereço e e-mail. “Tem que ser o mais clean possível”, diz Irene.
2. Transmita sua identidade
Se a sua empresa é bastante descolada, um cartão de visitas muito tradicional pode não combinar. “O importante é traduzir a linguagem da empresa para a pessoa se lembrar de você”, explica o designer. Mais do que ser criativo, o cartão precisa identificar a empresa.
Por isso, pense em que tipo de imagem você gostaria de transmitir com o cartão de visitas. “O cartão é uma peça da identidade visual. Mas, não adianta só trabalhar o cartão, o escritório, o e-mail e o atendimento têm que ser bacanas”, diz. O mais tradicional atualmente, segundo Mota, é ter o logotipo da empresa maior de um lado do cartão e os dados da pessoa do outro.
3. Tenha um cargo
A questão do cargo impresso no cartão pode causar dúvidas em quem é dono da empresa: é melhor usar dono, sócio, proprietário ou empreendedor, por exemplo? Para Irene Azevedo, o ideal é colocar no cartão a função que o empresário exerce na companhia. “Pode colocar como diretor geral ou presidente, por exemplo”, ensina.
Para quem está começando uma startup e ainda não tem um cargo definido, a executiva da LHH/DBM sugere colocar uma área em que a pessoa seja forte logo abaixo do nome. “Pode ser um executivo de logística, por exemplo, ou a área especifica da pessoa”, sugere. Em último caso, empreendedor soa melhor do que dono ou proprietário.
Fonte: Exame

O QUE É BENCHMARKING?

Os Japoneses têm uma palavra chamada “dantotsu” que significa lutar para  tornar-se o "melhor do melhor", com base num processo de alto aprimoramento que consiste em procurar, encontrar e superar os pontos fortes dos concorrentes.
Esse conceito enraizou-se numa nova abordagem de planejamento estratégico. Durante a última década, ele tem produzido resultados impressionantes em companhias como a Xerox, a Ford e a IBM e é conhecido como Benchmarking.
Benchmarking é um processo contínuo de comparação dos produtos, serviços e práticas empresarias entre os mais fortes concorrentes ou empresas reconhecidas como líderes. É um processo de pesquisa que permite realizar comparações de processos e práticas "companhia-a-companhia" para identificar o melhor do melhor e alcançar um nível de superioridade ou vantagem competitiva. 
Benchmarking é...
Benchmarking não é...
um processo contínuo
um evento isolado
uma investigação que fornece informações valiosas
uma investigação que fornece respostas simples e "receitas"
um processo de aprendizado com outros
cópia, imitação
um trabalho intensivo, consumidor de tempo, que requer disciplina
rápido e fácil
uma ferramenta viável a qualquer organização e aplicável a qualquer processo
mais um modismo da administração
Benchmarking surgiu como uma necessidade de informações e desejo de aprender depressa, como corrigir um problema empresarial.
A competitividade mundial aumentou, acentuadamente nas últimas décadas, obrigando as empresas à um contínuo aprimoramento de seus processos, produtos e serviços, visando oferecer alta qualidade com baixo custo e assumir uma posição de liderança no mercado onde atua. Na maioria das vezes o aprimoramento exigido, sobretudo pelos clientes dos processos, produtos e serviços, ultrapassa a capacidade das pessoas envolvidas, por estarem elas presas aos seus próprios paradigmas.
Na aplicação do Benchmarking, como todo o processo, é preciso respeitar e seguir algumas regras e procedimentos para que os objetivos sejam alcançados e exista uma constante melhoria do mesmo. Neste processo existe um controle constante desde sua implantação (plano do processo) até a sua implementação (ação do processo).
A empresa interessada em implantar benchmarking deve analisar os seguintes fatores: ramo, objetivo, amplitude, diferenças organizacionais e custos, antes da definição ou aplicação do melhor método, pois cada empresa individualmente tem as suas necessidades que devem ser avaliadas antecipadamente à aplicação do processo.
Outra vantagem do benchmarking é a mudança da maneira de uma organização pensar sobre a necessidade para melhoria.Benchmarking fornece um senso de urgência para melhoria, indicando níveis de desempenho atingidos previamente num processo de parceiro do estudo. Um senso de competitividade surge à medida que, uma equipe, reconhece oportunidades de melhorias além de suas observações diretas, e os membros da equipe tornam-se motivados a se empenhar por excelência, inovação e aplicação de pensamento inovador a fim de conseguir sua própria melhoria de processo.
É necessário que as organizações que buscam o benchmarking como uma ferramenta de melhoria, assumam uma postura de "organização que deseja aprender com os outros" para que possa justificar o esforço investido no processo, pois essa busca das melhores práticas é um trabalho intensivo, consumidor de tempo e que requer disciplina. Portanto, benchmarking é uma escola onde se aprende à aprender.
Saber fazer e adaptar benchmarking no processo da organização pode nos permitir vislumbrar oportunidades e também ameaças competitivas, constituindo um atalho seguro para a excelência, com a utilização de todo um trabalho intelectual acumulado por outras organizações evitando os erros é armadilhas do caminho.
Mais do que uma palavra mágica, o benchmarking é um conceito que está alterando consideravelmente o enfoque da administração, onde o mesmo é composto de atributos que determinarão o sucesso ou ainda a sobrevivência das empresas.

por Washington Sorio 

Fonte: http://www.guiarh.com.br/z59.htm

5 Dicas Matadoras para o Marketing da sua Empresa

Hoje, a BSG Print & Design vai dar cinco dicas para você investir no marketing da sua empresa. Está pronto? Pega o seu caderno e anota essas!
 Coaching
O primeiro passo é montar uma boa equipe, você precisa de bons colaboradores, capazes de montar e operar o marketing da sua empresa.
 Você precisa de diferentes talentos, e quanto mais trabalhar sinergia com essa equipe, melhores resultados você vai ter. Lembre-se, você é o líder, eles precisam de sua energia, apoio e informações que só podem vir de você.
 Atendimento
Não existe melhor estratégia de marketing do que a feita pelos clientes de uma marca. Se os seus clientes saírem da sua loja, seja ela física ou virtual, falando bem, você já ganhou muitos pontos.
 Dependendo do produto que você vende, o seu cliente vai te elogiar em todas as redes sociais, online e offline, e vai trazer outros clientes para você.
 Agora se, por ventura, esse mesmo cliente não for bem atendido, pode ter certeza que o marketing negativo que ele vai fazer para você vai te complicar em muito a vida.
 Investimento
Você não esperar tirar lucro a partir do nada, certo? É necessário, sim, fazer investimento. Contratar bons profissionais, terceirizar o que for precisar, investir em tecnologia, competir no adwords… tudo isso demanda capital.
 Isso não quer dizer que o marketing vai ser a goteira financeira da sua empresa, mas ela também não pode viver na seca.
 Originalidade
A sua empresa é única, singular, original. Desta maneira deve ser o seu marketing. Fazer benchmarking é uma coisa, agora simplesmente copiar a concorrência, é inadmissível.
 Você sabia que estimasse que apenas 30% do conteúdo da internet é original? Todo o resto é copia. Se você pensar, por exemplo, em conteúdo para web, e for original, você já estará na frente de 70% dos seus concorrentes.
 Atenção
Cuidado com promoções, nem sempre simplesmente chamar a atenção do cliente é apenas positivo. Se você coloca um valor de desconto em um banner, e depois é visto que essa porcentagem de desconto só é possível em uma opção desconhecida de seus produtos, o seu cliente não vai “aproveitar e comprar” algo no valor normal. Ele vai sair da loja e falar mal do seu negócio.
Por isso, apenas trabalhe com a realidade. E lembre-se, story-telling e mentira são duas coisas completamente diferentes.

Por que converter fontes em curvas?

Quando você prepara uma arte, você não escolhe a primeira fonte que aparece, certo? Você busca a fonte que mais se adéqua a peça que você concebeu. Que combina com as cores, desenhos, e o próprio texto. Talvez, inclusive, sua marca esteja muito conectada com a fonte que você usa.
O problema é que quando você fecha uma arte, e manda ela para uma gráfica, talvez, a gráfica não possua essa fonte, tão especial que você escolheu. Desta forma, quando o arquivo é preparado para a impressão, ele pode sair com uma  fonte qualquer ou pior, as vezes acabam saindo caracteres inteligíveis, como 
Existe apenas uma maneira que você pode fazer sua arte, que impeça disso tudo acontecer: converter as fontes em curvas.
Este é um processo simples e fácil. (Se não sabe, deixe seu comentário e nós o ajudaremos)
Fazendo desta maneira você não vai mais ter problema com fontes. Aquela fonte que você imaginou, buscou e calculou perfeitamente em sua arte, vai sair exatamente igual no material impresso.
O processo de conversão em curvas, também chamado por vezes em conversão em vetores, é fantástico também para a o trabalho de outros elementos, que não a fonte.
Se, por exemplo, você estiver trabalhando com uma forma geométrica predefinida do Corel Draw, você pode converte-lo em curvas, impedindo outros problemas de impressão.
Todos as imagens predefinidas do Corel podem ser passadas para curvas: tabelas, setas, formas geométricas, desenhos. Use essa dica, você vai ver uma melhoria incrível na qualidade de sua impressão.